Duplicação da BR-153 em Goiás é iniciada com investimento de R$ 500 milhões

O presidente da Câmara Temática de Mobilidade Urbana da FRENLOGI, dep. Rubens Otoni (PT/GO)
comemora a inicitiva do Governo.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, assinou na última sexta-feira (22), em Rialma (GO), a ordem de serviço que marca o início da duplicação da BR-153 nos trechos que cortam os estados de Goiás e Tocantins. A obra, aguardada há décadas pela população do norte goiano, representa um marco histórico na infraestrutura rodoviária da região.

O presidente da Câmara Temática de Mobilidade Urbana da FRENLOGI, deputado Rubens Otoni (PT/GO), comentou: “que este ato seja o início de um futuro mais promissor para o Estado de Goiás e para a logística nacional, permitindo a circulação das pessoas e das cargas de forma mais segura e eficiente. Estaremos atentos no acompanhamento das obras para que as duplicações dos trechos rodoviários possam ser entregues à população dentro do cronograma pactuado com a concessionária”.

A primeira etapa da duplicação contempla 53,44 quilômetros em Goiás, com investimento superior a R$ 500 milhões. Os trechos beneficiados incluem os municípios de Uruaçu (16,4 km), Campinorte (7 km), Rialma (28,6 km) e Rianápolis (1,4 km). A execução será realizada pela concessionária Ecovias Araguaia, responsável pelo segmento da BR-153 conhecido como Belém-Brasília.

Ao final do contrato, estão previstos 448,54 km duplicados em Goiás e 173,98 km no Tocantins, totalizando 622,52 km de rodovia modernizada. O investimento total soma R$ 7,8 bilhões em obras e R$ 6,2 bilhões em custos operacionais.

A duplicação da BR-153 tem como objetivo principal aumentar a segurança viária, reduzir o número de acidentes e melhorar a fluidez do tráfego de veículos leves e pesados. Entre 2020 e 2025, os trechos goianos da rodovia registraram mais de 4.700 acidentes, números que evidenciam a urgência da intervenção.

Além disso, a BR-153 é um dos principais eixos logísticos do Centro-Oeste, atendendo empresas dos setores metalúrgico, moveleiro e de grãos, além de áreas em expansão na produção de aves, suínos, leite e bovinos.